Sintesac realiza manifestação em frente ao gabinete do Governador para manter a pressão

Secretário de Saúde encaminhou documento aos representantes do sindicato afirmando que irá encaminhar lei do PCCR em fevereiro de 2017 para a Aleac

A gestão provisória do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Acre (Sintesac) realizou um ato nesta terça-feira (29), em frente ao gabinete do governador, no centro de Rio Branco, para comunicar o andamento das negociações com o Governo do Estado em relação ao Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR). Os representantes governamentais enviaram um documento mantendo o acordo prévio assinado em março.

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O presidente eleito, Adailton Cruz, destacou terem sido feitas todas as gestões e negociações necessárias

Consta no ofício Sesacre 929/2016, que trata do acordo de março de 2016 sobre o PCCR: “Reafirmamos o compromisso de fazê-lo tão logo a condição fiscal do Estado o permita. Acreditamos que, pelos cenários projetados no momento, no início de fevereiro de 2017, no retorno da atividade legislativa, será possível encaminhar a proposta à apreciação do parlamento estadual, prevendo sua efetivação a partir de março do mesmo ano”.

Para o presidente da comissão provisória, João Batista Ferreira dos Santos, o momento é de acreditar nos representantes do governo, pois estes foram os negociadores nomeados pelo governo do Estado. O presidente eleito, Adailton Cruz, destacou terem sido feitas todas as gestões e negociações necessárias, estando o acordo praticamente fechado. “Mas o caso somente se completa com o envio, a aprovação e sanção da lei do PCCR”, comentou.

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Os representantes governamentais enviaram um documento mantendo o acordo prévio assinado em março

Adailton revelou ter o sindicato a confiança de que o Estado vá respeitar a palavra empenhada no documento encaminhado: “São vários anos sem sequer a reposição das perdas inflacionárias e, por isso, não podemos mais esperar”. O presidente eleito ressaltou, contudo, que o sindicato continua a mobilização com a categoria até a data limite prometida pelo governo: “Temos de aguardar, mas estaremos atentos para, se for preciso, pressionar o governo com os mecanismos legais disponíveis para a categoria dos servidores da Saúde”.

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