Eternamente amado: dezenas de fiéis visitam diariamente o túmulo de Padre Paolino Baldassari

Aidê Farias disse ainda que, em todos os anos, nos dias próximos ao Natal, ela acompanhava o Frei na confecção de cartões natalinos

Desde a morte do padre, diversos fieis deixam mensagens e fotos no local/Foto: Reprodução

A saudade para quem conviveu de perto, um dia ouviu falar ou seguiu os grandes exemplos é muito grande. Durante este período natalino e dias que antecedem o fim do ano de 2016, o túmulo de Padre Paolino Maria Baldassari é visitado diariamente por fiéis católicos, que não esqueceram os bem-feitos praticados pelo “sacerdote do amor”, mesmo depois de sua partida.

Visitando a singela capela construída para abrigar o corpo do sacerdote que faleceu no dia 8 de abril de 2015, a reportagem do site ContilNet acompanhou a entrada de algumas pessoas que foram ao local para fazer suas preces e mostrar suas devoções à vida de Padre Paolino em Sena Madureira.

Frei Zezinho disse que o carinho das pessoas só aumenta a cada dia/Foto: Reprodução

O lugar, arquitetado para o aconchego de quem se aproxima e quer se lembrar da figura religiosa, é rodeado de fotos e mensagens deixadas por admiradores e amigos. O pároco da Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, Frei José Alves, mais conhecido como Frei Zezinho, disse à nossa reportagem que o carinho das pessoas só aumenta a cada dia pela figura de Baldassari.

“A capela criada para abrigar o corpo do Frei Paolino é uma forma de manter por perto quem tanto nos ajudou. As pessoas mostram, através das visitas diárias, o quanto ele ainda faz falta e segue nos nossos corações”, comentou Frei Zezinho.

Uma amiga de Fé

Nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (26), a amiga e ajudante no dia a dia de Paolino, Aidê Farias de Oliveira, estava no local ajoelhada em frente ao túmulo, fazendo orações e lembrando, de acordo com ela, dos momentos tão felizes que viveu ao lado do sacerdote. “Tento lidar todos os dias com essa dor, misturada com saudade. Ele faz muita falta”.

“Ele faz muita falta”, comentou Aidê/Foto: ContilNet

Aidê Farias disse ainda que, em todos os anos, nos dias próximos ao Natal, ela acompanhava o Frei na confecção de cartões natalinos – prática que não podia faltar em datas festivas. “O que conforta é saber que ele está em um maravilhoso lugar. Isso alivia mais o coração”, finalizou.

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