Acreano utiliza chá no tratamento de pessoas com anemia falciforme

Antes de medicar as meninas, ele próprio tomou um chá por 32 dias

Um acreano nascido em Sena Madureira, que pediu para ser identificado por Professor Ferreira, de 55 anos, pode ter descoberto a cura da anemia facilforme. Hereditária e incurável, a doença vitimou as suas três filhas.

Há cerca de três anos, cansado de ver o sofrimento das filhas, ele e a mulher levantaram de madrugada para orar. “Eu tive um sonho e uma voz me disse: eu tenho visto o seu clamor e sofrimento. Vou lhe ensinar uma fórmula para você cuidar das suas filhas”, relatou ele.

Ferreira (à direita) afirma que o medicamento é uma “dádiva de Deus e benefício para a humanidade”. Foto: Divulgação

Antes de medicar as meninas, que foram internadas dezenas de vezes, ele próprio tomou um chá por 32 dias. Depois, passou a administrar o fitoterápico para as filhas durante 45 dias. “Após esse período, levei-as à uma médica que notou uma melhora significativa. Os exames falam por si. Depois de um ano e meio administrando nas minhas filhas e em outras crianças, a recuperação chegou a 90%”, garante o homem.

Foi a partir daí que Ferreira passou a procurar órgãos e instituições de pesquisa para que fosse feito um estudo científico. “Eu trabalho em casa com produtos fitoterápicos. A medicina convencional ainda não deu resposta para esta doença”, disse Ferreira, para quem a descoberta é uma dádiva de Deus e beneficio para a humanidade.

De acordo com a literatura da área, uma série de distúrbios deixam os glóbulos vermelhos deformados e quebradiços, assumindo formato de foice. As células morrem prematuramente, levando à uma escassez de glóbulos vermelhos saudáveis (a anemia) que pode obstruir o fluxo sanguíneo, causando infecções, dores e fadiga. Os tratamentos incluem medicamentos, transfusões de sangue e, raramente, transplante de medula óssea.

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