Prefeitura de Porto Velho e Defesa Civil de RO reforçam monitoramento do Rio Madeira

De acordo com as equipes, são poucas as chances de isolamento do Acre e de cheia similar a 2014

Os governos dos Estados do Acre e de Rondônia continuam em alerta nesse período de intensas chuvas. Na manhã deste sábado (13), o rio Acre ultrapassou a cota de alerta em Rio Branco, atingindo 13,54m, e o fluxo do Rio Madeira preocupa não apenas os acreanos, como a população de Porto Velho, Capital rondoniense.

De acordo com o Major Falcão, do Corpo de Bombeiros do Acre, na mesma medição, o nível do Rio Madeira no Abunã foi registrado em 19,91m – um recuo de 5 centímetros nas últimas 24 horas.

Em coletiva na tarde da última sexta-feira (12), o prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves reforçou o pedido de calma à população da Capital rondoniense, alegando que a Defesa Civil continua monitorando as áreas que podem ser afetadas pela cheia do rio Madeira. O prefeito também visitou os distritos de Nazaré, São Carlos e Calama que, anualmente, são atingidos.

Em Porto Velho, o nível do Madeira subiu e chegou a 13,85 metros na sexta-feira (12). Já durante a tarde deu uma leve recuada e, às 17 horas, registrou 13,63 metros, segundo monitoramento da Agência Nacional de Águas (ANA).

Em um entendimento geral entre a Agência Nacional de Águas (ANA) e os estudos técnicos do governo acreano, o consenso é de que há poucas chances de a cheia do Rio Madeira ser igual à de 2014, quando o Acre se viu isolado e com uma crise de abastecimento devido à alagação da BR-364.

As forças da Defesa Civil do Acre e Rondônia também já tomam as devidas precauções para uma inesperada cheia. Em Rio Branco, a Prefeitura já iniciou a instalação de abrigos no Parque de Exposições Wildy Viana. Em Porto Velho, um plano de contingência já está pronto caso o nível do rio Madeira chegue a 14 metros.

“Quando ultrapassa esse nível, algumas famílias são atingidas. Antes de começar o período de chuva, nós iniciamos um mapeamento e já sabemos quais as famílias terão que ser retiradas de suas casas”, disse o diretor da Defesa Civil rondoniense, Marcelo Santos.

Com informações do site Rondoniagora

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