O inquérito, que incluiu as declarações de quase 100 pessoas e elementos materiais, “dá-nos a certeza jurídica de que os estudantes foram mortos nas circunstâncias descritas”, disse o ministro.
Em setembro, um grupo de policiais municipais disparou contra dezenas de alunos de uma escola, dedicada à formação de professores, por ordens do então autarca (prefeito) de Iguala, José Luis Abarca, o que resultou na morte de seis pessoas e ferimentos em mais 25.
Por outro lado, os policiais capturaram 43 jovens e entregaram-nos ao cartel de traficantes de droga Guerreros Unidos, cujos membros já garantiram que os assassinaram e queimaram numa lixeira, antes de lançar os restos mortais na água. Apenas um corpo foi identificado até agora.
Naquela noite, membros do Exército presenciaram o ataque, mas não intervieram, pelo que os pais exigem desde então que as autoridades investiguem a atuação dos militares.
