Até 2014 o salário de um assessor especial era de R$ 18 mil. O cargo ganhou polêmica após uma enxurrada de nomeações pelo governador para abrigar aliados. O caso mais emblemático foi a contratação do ex-secretário de Obras, Wolvenar Camargo, preso por mais de 30 dias na operação G7, da Polícia Federal, em maio de 2013.
Outro caso que chamou a atenção foi do ex-petista Fernando Melo, que em 2012 disputou a prefeitura de Rio Branco pelo PMDB, apresentando-se como candidatura de oposição. Passaram ainda pela assessoria o ex-prefeito de Rio Branco, Raimundo Angelim e o ex-presidente do PT, Leo Brito, ambos eleitos deputado federal.
Sem saber ao certo qual o papel de um assessor especial na estrutura de governo, a função vem sendo criticada pela oposição, sendo alvo de bombardeios pelo candidato derrotado Márcio Bittar (PSDB). Para os oposicionistas, a assessoria especial representa um elevado custo para o contribuinte, com retorno nulo em serviços públicos.
Os tucanos acusam o governo de contratar assessores especiais para fazer política eleitoral do governador às custas do erário. A possível nova nomeação será do atual presidente da Assembleia Legislativa, Élson Santiago (PEN), que em fevereiro deixo o cargo por não ter sido reeleito.
