A estreia dos novos deputados na tribuna da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) não foi das piores.

Não foi das piores

A estreia dos novos deputados na tribuna da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) não foi das piores. Tirando um ou outro que pensa que é vereador, as coisas andaram razoavelmente bem.

Menor

Ao que tudo indica, a bancada de ‘mudinhos’ será bem menor do que a da legislatura passada, mas a subserviência ao Executivo indica ser maior.

Não foi das piores

A estreia dos novos deputados na tribuna da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) não foi das piores. Tirando um ou outro que pensa que é vereador, as coisas andaram razoavelmente bem.

Menor

Ao que tudo indica, a bancada de ‘mudinhos’ será bem menor do que a da legislatura passada, mas a subserviência ao Executivo indica ser maior.

Jairo Carvalho

O deputado Jairo Carvalho não entendeu, ainda, o papel do parlamento. Só fala em municipalidade, mas tem toda a condição de melhorar. Não é um orador medíocre; falta, apenas, ajustar o tom do discurso.

Ghelen Diniz

Na sessão de quinta-feira (5), o deputado Ghelen Diniz (PP) fez um discurso firme, coerente e deu um “puxão de orelha” no deputado Jonas Lima (PT), que havia dito na sessão de quarta-feira (4), que a culpa do que está acontecendo com os agentes penitenciários, assassinatos, é do próprio sindicato da categoria.

Corretíssimo

Ghelen foi feliz ao dizer que quando se culpa as vítimas, isso dobra o sofrimento delas. Verdade, pois os agentes já estão sofrendo o suficiente para serem responsabilizado pelo que está acontecendo, conforme a acusação de Jonas Lima.

Mais fácil culpar as vítimas

Obviamente, é bem mais fácil culpar rapazes e moças trabalhadores de um sistema bruto e onde impera a lei do forte, do que reconhecer que o Estado está agindo errado e não está priorizando vidas humanas.

Graves problemas

Superlotação em celas, insalubridade do trabalho, falta de colete para os agentes, falta de um bloqueador para celular; isto, os deputados da base, não veem que é necessário.

Jenílson Lopes

O deputado Jenílson Lopes (PCdoB), no afã de defender a não convocação tribuna, terminou por dizer que quando necessário, convocará até o governador. Um atentado da oposição pulou lá do canto e disse: vou esperar com paciência este dia chegar, deputado.

Pior

Jenílson, inexperiente no parlamento, voltou à tribuna e disse que não disse o que tinha dito. Ficou feio para ele. Desmentiu até a taquigrafia.

Raimundinho da Saúde

O deputado Raimundinho da Saúde (PTN), que foi rebatizado pelos jornalistas do áquario de “Mundico da saúde”, ficou pianinho na última sessão, desde que a deputada Eliane Sinhasique tripudiou por conta de um discurso controverso e sem sentido que ele fez.

Topou o chapéu da viagem

O deputado da saúde, que antes defendia a categoria e agora defende o Governo, só faltou dizer temos uma saúde melhor que a da Suécia. Eliane aproveitou os presentes da galeria, que buscavam ajuda dos deputados para agilizar consultas e tratamento no TFD, e encaminhou todos para o gabinete do dito cujo, já que ele disse que tinha a fórmula da saúde perfeita.

Daniel Zen

Há tantos deputados querendo mostrar lealdade ao governo e rápidos em defender o Executivo que, teme-se, que Daniel Zen perca sua utilidade como líder do governo.

Bom dia a todos.

PUBLICIDADE