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Denúncia de Renan ao STF deixa Jorge em alerta para assumir presidência do Senado

Por Fábio Pontes, da ContilNet Notícias

de olho!

O desenrolar da operação Lava Jato no Acre tem impactos não somente na figura do governador Tião Viana (PT). O seu irmão, Jorge Viana (PT), pode ser afetado também de forma direta. Mas ao contrário de Tião, Jorge não se vê no desgaste político e jurídico de se explicar sobre uma eventual doação do esquema de corrupção na Petrobras para sua campanha.

Jorge Viana tende a ganhar as atenções nacionais caso se confirme a denúncia do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ao Supremo Tribunal Federal (STF) por ter recebido dinheiro do petrolão. Segundo foi informado, Calheiros teria até ultrapassado o teto da propina.

Caso se confirmem as acusações feitas pelo Ministério Público, o parlamentar passará por um processo irreversível de guilhotina diante da opinião pública, que tende leva-lo até a uma renúncia do cargo de presidente do Congresso. Como vice-presidente, Jorge Viana assumiria de imediato a cadeira de Renan Calheiros, mas de forma interina.

A passagem pelo comando do Senado obrigaria o ex-governador acreano a convocar uma nova eleição para a Mesa Diretora. Jorge Viana assumiu a vice-presidência do Senado em 2013 quando a então titular, Marta Suplicy (PT-SP) precisou sair para assumir o Ministério da Cultura.

Para permanecer no cargo ele enfrentou disputa interna acirrada no PT com José Pimentel (CE). Após intensas articulações, o senador conseguiu assegurar a permanência.

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