“Sempre fui muito sensível. Por isso, muitas vezes ficava angustiado. Mas, desde o nascimento de Sofia, consegui lidar melhor com as dificuldades no trabalho e na vida”, disse o galã, que também lembrou os tempos em que foi bicampeão brasileiro de jiu-jítsu.
A filha, aliás, rendeu muita conversa, e Cauã, claro, se revelou um paizão: “Sou ‘pãe’, não gosto de terceirizar o afeto. Só fico com a babá junto quando não tem jeito, quando tenho que trabalhar e alguém tem que me substituir.
Fora isso, não abro mão de fazer tudo para ela”. Ainda no bate-papo, Cauã disse que já foi muito fofoqueiro (“Morava com muitas mulheres”, brincou), que medita de manhã, toma calmante homeopático quando está ansioso e larga o celular e o computador uma hora e meia antes de dormir para desacelerar.
Cauã Reymond lembrou ainda que, aos 34 anos, já viveu durante uma década casado com duas mulheres com quem dividiu a conta (Alinne Moraes e Grazi Massafera).
E falando em despesas, o ator comentou a época em que, incentivado pelo pai, foi fazer um curso de atuação em Nova York, mas não tinha dinheiro para pagar. Ele estava na cidade quando aconteceu a tragédia do 11 de setembro. “Muita coisa mudou depois dos atentados, a sensação de medo era grande”, disse.
