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Prefeito de Manaus dá exemplo e extingue cinco secretarias

Por Fábio Pontes, da ContilNet Notícias

exemplo

Prefeito de Manaus, Artur Neto

A reforma administrativa que o prefeito Artur Neto (PSDB) envia esta semana para a Câmara Municipal de Manaus (CMM) cria uma nova pasta e retira de cinco o status de secretaria. Segundo o prefeito, as mudanças no secretariado municipal visa uma economia de R$ 570 milhões em 2015. A atitude do tucano segue a tendência nacional dos gestores públicos de reduzir o tamanho da máquina administrativa para enfrentar a atual crise financeira.

Apesar de anunciar um pacote de ajuste fiscal para economizar recursos, com a previsão de uma economia de 10% com custeio e pessoal, o prefeito Marcus Alexandre (PT) não sinaliza até o momento extinguir alguma pasta criada em sua gestão. Durante a campanha de 2012 o petista prometeu e criou mais quatro secretarias na prefeitura da capital acreana.

Mesmo tendo um bimestre negativo em suas receitas, com perdas de R$ 126 milhões, o governo Tião Viana não sinaliza nenhuma reforma administrativa que represente economia de gastos.

O prefeito de Manaus citou as cinco unidades gestoras que, com a reforma, perderão o status de secretaria e serão vinculadas a outras pastas, são elas: Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres; Secretaria Municipal de Governo (Semgov); Serviço de Assistência à Saúde do Servidor Público do Município de Manaus (Manausmed); Secretaria Municipal de Produção e Abastecimento (Sempab); Secretaria Municipal do Centro (Semc).

A Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres deixa de existir e será vinculada a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (Semasdh), que passa a se chamar Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Assistência Social e Diretos Humanos (Semmasdh).

“A ideia é termos menos interlocutores. Esse é um princípio da iniciativa privada. Tínhamos 36 secretarias quando assumi a Prefeitura, baixamos para 25 e, agora, de 25 estamos baixando para 20 estruturas. Vai ficar uma máquina mais ágil, e a nossa estimativa é uma economia, somente para 2015, de 570 milhões. Estamos nos preparando para enfrentar essa crise, e Manaus vai sobreviver, vai continuar fazendo investimentos, vai continuar de pé”, afirmou Artur.

 

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