
cobrança
O movimento de paralisação dos Agentes de Saúde e Endemias de Rio Branco acontece neste momento na Câmara Municipal de Vereadores. As duas categorias estão reivindicando o pagamento do piso salarial nacional e melhores condições de trabalho e que os vereadores aprovem a lei de pagamento do piso.
A manifestação tomou conta da galeria da Casa Legislativa e alguns vereadores apoiaram o movimento que começou na terça-feira (19) na frente da Prefeitura de Rio Branco.
A categoria argumenta que o município vizinho de Senador Guiomard já faz o pagamento do piso nacional e a administração do prefeito de Rio Branco Marcus Alexandre (PT) não deu sinal que irá começar a pagar o piso.
Os servidores municipais apresentando cartazes e usando o carro de som, pedem que a gestão municipal tenha sensibilidade e veja que os trabalhadores que garantem junto com os demais profissionais o controle da saúde tenha o reconhecimento e passem a receber o piso salarial justo.
O vereador Marcelo Jucá (PSB), que esteve no manifesto na frente da prefeitura no primeiro dia, apoiou o que considera uma “reivindicação justa” disse que o Legislativo e Executivo devem ajudar os servidores a adquirir seus direitos.
Ao chegar à Câmara Municipal, os manifestantes foram recebidos pelos vereadores, que foram liderados pelo presidente da Mesa Diretora, Artemio Costa (PSDC). Para Artêmio, o momento é de aguardar o projeto de Lei do Executivo garantindo o pagamento do piso salarial para os parlamentares debaterem na Casa a pauta, e dialogar com a categoria.
Os vereadores garantiram para os trabalhadores que eles lutarão para atender a todas as reivindicações da classe, reconhecendo que os agentes de saúde têm importante função social, pois são eles que promovem a saúde no município, com o acompanhamento Programa Saúde das Família.
As questões principais de luta dos trabalhadores é o piso salarial e do desvio de função, mas o grupo de agentes também levantou posições da garantia do que já foi conquistado pela classe, em igualdade de condições de trabalho, independentemente do bairro onde atuem.

