Ghelen Diniz (PP), que havia afirmado que houve excesso na festa de comemoração na entrega de ambulâncias realizada na manhã dessa segunda-feira (25), voltou a chamar o ato de “suprema vergonha”, não retirou a expressão “bajuladores”, e ainda defendeu a liberdade de atuação parlamentar.
“Se eu não puder falar aqui [na tribuna] o que eu penso, então seria melhor não estar aqui. Representar contra meu mandato no Conselho de Ética é um ato antidemocrático, e abre um precedente perigoso para todos os deputados”, salientou.
O líder do governo na Assembleia, deputado Daniel Zen (PT), tentou amenizar o pedido de Lourival Marques, porém pediu limites éticos nos discursos. “Todo mundo aqui vai respeitar a liberdade parlamentar garantida, mas é bom respeitar alguns limites, especificamente ao se referir aos colegas”, afirmou.
O presidente da Mesa Diretora, deputado Ney Amorim (PT), solicitou a taquigrafia (responsável por registrar os discursos dos parlamentares) que retirasse a palavra “bajuladores” das anotações oficiais.
