Iniciada em fevereiro, a reforma da passarela Joaquim Macedo, no centro de Rio Branco, vai custar R$ 400 mil. A previsão é que os serviços de reparo estejam concluídos em até 60 dias. Segundo a Secretaria de Obras Públicas (Seop), o piso e peças da base, tudo em madeira, estão sendo trocados.
A Seopo informou que a obra está paralisada por problemas na secagem da madeira que será usada para o novo assoalho. Serão necessários 80 mℨ de madeira para a primeira reforma da passarela desde a sua inauguração, em 2006.
Com as intensas chuvas, a empresa responsável pela reforma tem demorado em concluir o processo de secagem da madeira em estufa.
Apontada como um dos cartões-postais de Rio Branco, a passarela foi motivo de polêmica quando da sua construção, no segundo mandato do ex-governador Jorge Viana.
Considerada por alguns opositores como investimento de pouca utilidade, a obra ganhou o apelido de “Pinguela do Jorge”. A construção da passarela custou, à época, mais de R$ 20 milhões.
A interdição da passarela nos últimos três meses fez aumentar o tráfego de bicicletas sobre a ponte Juscelino Kubitschek.
