A informação faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta quinta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Desde 2012, quando o IBGE iniciou o levantamento, esta é a segunda menor taxa de desocupação entre os trabalhadores acreanos.
O pior primeiro trimestre foi registrado em 2013: 10%. Os números do IBGE confirmam os dados divulgados na semana passada pelo Ministério do Trabalho, que apontou uma perda de 1.500 postos de trabalho entre janeiro e março últimos.
Além do Acre, segundo o IBGE, houve elevação nas taxas de desocupação entre os Estados da Amazônia Legal no Amazonas, Roraima, Pará, Tocantins, Maranhão e Mato Grosso.
Rendimentos
A PNAD mostra uma leva recuperação no poder de compra entre os assalariados acreanos. Após registrar queda desde 2012, o rendimento médio subiu nos três primeiros meses de 2015, em cotejo com igual intervalo do ano passado. O salário médio saiu de R$ 1.507 para R$ 1.579; há três anos o valor era R$ 1.676.
