economia
Os prejuízos causados pela greve da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) causaram prejuízos de R$ 16 bilhões na economia dos Estados do Norte onde o órgão atua. O levantamento foi realizado pela Federação das Indústrias do Amazonas (Fieam) com base nos impactos causados no Acre, em Rondônia, Roraima, Amapá e no próprio Amazonas.
A greve está suspensa desde a semana passada após dois meses em vigor. O comando do movimento decidiu suspender a paralisação até o fim do recesso parlamentar no Congresso Nacional. Uma das exigências da categoria é a análise do projeto que trata do plano de carreira e salário. De acordo com o sindicato dos servidores da Suframa, até o momento o governo federal não tem sinalizado no sentido de atender as suas reinvindicações.
Por conta disso a greve não está encerrada, mas somente suspensa. Caso os negociadores do sindicato e governo não entrem em acordo ate a volta das atividades no Congresso -no começo de agosto – há a perspectiva da paralisação ser retomada.
Os empresários acreanos têm reclamado dos prejuízos ocasionados pela greve, como a demora na liberação de mercadorias com a consequente queda de estoque dos produtos.
