Trata-se da segunda sentença contra Elivan da Silva, que no último dia 17 de junho, já havia sido condenado pelo assassinato da adolescente Janaina Nunes da Costa, 15 anos, e pela tentativa de homicídio da mãe da menor, quando foi condenado a 38 anos em regime fechado.
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Juntando todas as setenças, o homicida poderá ser condenado a mais de 66 anos de prisão em regime, inicialmente, fechado. A sentença foi homologada pelo juiz Luiz Gustavo Alcade.
O Ministério Público do Acre se deu por satisfeito com a sentença, todavia ainda cabe defesa, que poderá ser apresentada no prazo de oito dias. Somente após o recurso é que a setença poderá ser considerada definitiva.
Caso haja recurso, Elivan da Silva terá que esperar o julgamento no presídio Francisco d’Oliveira Conde, em Rio Branco.
Familiares do delegado, que era natural do Rio de Janeiro, deslocaram-se até Xapuri para acompanhar o julgamento.
O delegado Carioca, como era mais conhecido Antônio Carlos Marques, foi alvejado no dia 14 de dezembro do ano passado quando perseguia em operação policial o acusado, que resistiu à prisão e atirou contra o investigador. Socorrido e levado ao hospital, o delegado morreu, após mais de 20 dias internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital das Clínicas do Acre.
