O delegado responsável pelo caso, Frederico Pires, afirmou à imprensa local que o fato do policial estar em visível estado de embriaguez e, supostamente, não ter respeitado a sinalização servirão de embasamento ao processo de indiciamento.
De acordo com o delegado, o policial estava abalado durante o depoimento e chegou a ser encaminhado ao Pronto Socorro de Rio Branco para receber atendimento. Frederico afirma que ele o agente será enquadrado em mais de um artigo penal.
“Foi constatado pelos policiais militares o forte odor de bebida alcoólica, mesmo que o condutor tenha negado. Isso, somado ao fato de ele não ter respeitado a placa de ‘Pare’, invadindo a principal e atingindo o outro carro, faz o indiciamento ser pelo homicídio doloso, onde a pessoa assume o risco do resultado. E também deve responder pelo artigo 306, que é estar na direção alcoolizado”, explicou.
O policial dirigia um carro modelo Honda Fit e colidiu com o táxi modelo Gol, de Plácido de Castro. O taxista morreu a caminho do Pronto Socorro.
