De acordo com o diretor de Trânsito da Rbtrans, Marcos Lourenço, a prefeitura levará em consideração pontos como oferta de vagas, demanda e procura por estacionamento no Bosque e Estação para a implantação da zona azul, ainda sem previsão de acontecer. “Também iremos ouvir os comerciantes para sabermos sobre a necessidade do estacionamento rotativo”, diz Lourenço.
Em funcionamento na capital desde dezembro, a zona azul tem sido motivo de polêmicas. Muitos condutores reclamam do pagamento das taxas. A prefeitura ainda não realizou pesquisa para avaliar a aceitação do sistema. Para Lourenço, a principal reclamação parte dos condutores acostumados a deixar os veículos o dia todo nas vias públicas do centro, e que foram obrigados a deixar a prática.
“Aqueles motoristas que vão ao centro para resolver problemas no banco ou fazer compras no comércio aprovam pois há sempre vagas disponíveis”, comenta o diretor. De acordo com ele, o estacionamento rotativo disponibilizou 1,2 mil vagas (entre carros e motos) nas ruas centrais, que estão 100% “azuladas”. “Todos os dias três mil veículos usam a zona azul”, afirma.
