Rosana diz que a assessoria jurídica do sindicato tem buscado resguardar os direitos dos trabalhadores que se sentem perseguidos e se dizem vítima de assédio moral.
“Continuam as perseguições e o assédio moral praticado contra os servidores e não iremos aceitar que tirem os direitos dos trabalhadores”, disse.
A sindicalista afirma, ainda, que há membros da equipe governamental que estão espalhando contrainformações com a finalidade de desarticular o movimento de greve.
“São mentiras e calúnias de toda a espécie, mas não iremos desistir da nossa luta”, salientou.
A greve da rede estadual de educação já dura 40 dias e o governo ainda não sinalizou com propostas de reajuste aos servidores.
