Rio Branco, Acre,


Jovem é preso suspeito de assaltar alunos no campus da Ufac: “Assalto porque não consigo emprego”

O suspeito disse que vive do crime, já que não consegue trabalho

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Thiago foi preso e entregue à Polícia Federal

O jovem Thiago Alves Leite, 19 anos, morador do bairro do Calafate, foi preso dentro do campus da Universidade Federal do Acre (Ufac) suspeito de assaltar três estudantes no estacionamento da instituição de ensino. A prisão aconteceu na noite desta terça-feira (25).

Segundo uma das vítimas, ele e mais dois estudantes estava conversando dentro do seu carro, um Astra, placa MZT 2148, quando foram abordados pelo assaltante. Armado com uma pistola automatica, Thiago rendeu os alunos e pediu celulares e a chave do veículo.

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Após fugir levando os objetos das vítimas e o carro, os estudantes procuraram os seguranças da Ufac e denunciaram o caso. Antes de deixar o campus, Thiago foi perseguido e preso por vigilantes da empresa VIP, que prenstam serviço para a universidade, e seguranças do campus.

De acordo com o inspetor da Ufac, Edizio Souza, a ação foi rápida e evitaram que o automóvel deixasse o campus. Ele conta, ainda, que depois de detido, Thiago foi conduzido à delegacia pela Polícia Militar.

Thiago foi conduzido à Delegacia Central de Flagrantes, onde foi registrado o boletim de ocorrência. O supeito foi entregue à Polícia Federal por se tratar de um crime cometido dentro de uma área da União.

Na Delegacia, em conversa com a reportagem, Thiago disse que não tinha intenção de roubar nenhum carro, que na verdade ele estava querendo uma motocicleta Bros que é fácil de vender. Em cada moto roubada, Thiago afirma que fatura R$ 1 mil.
Estudantes prestam depoimento na delegacia
Thiago disse, ainda, que comprou a arma para realizar o assalto por R$ 1,5 mil e que agora ficou no prejuízo. Ele afirma que vive do crime, pois não encontra trabalho.

que não teria chegado na Universidade de moto e sim de ônibus com um capacete na mão para poder sair com a moto roubada sem ser percebido, ainda em conversa, disse que havia comprado a arma por dois mil e quinhentos reais, e agora estaria com enorme prejuízo, que vive disso, já que não consegue trabalho.

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