Rio Branco, Acre,


“O PT passa por seu inferno astral, mas vai sair dele. Outros partidos tiveram seus momentos e não superaram também?”, disse Lhé

Abrahim Farath: “O PT sai dessa!”

“O PT passa por seu inferno astral, mas vai sair dele. Outros partidos tiveram seus momentos e não superaram também?”, disse agora há pouco à coluna um dos fundadores do PT no Acre, o Abrahim Farath, um bon-vivant que contraria o DNA de sua descendência, sírio libanês que é, radicado no Acre há mais de 60 anos, ao sobrevier alossé, muito mais as expensas da natureza e de alguns trocados estatais, sempre procurando não dar um prego na barra de sabão.

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Erros do PT

De corrente ligth dentro do PT, Abrahim Farath é uma espécie em extinção dos regimes comunistas, que mantinhas figuras como ele em perambulo para formar opinião em meios as classes. Questionado, ele faz discreta autocrítica, mas como maioria dos petistas, tenta minimizar ao máximo a situação na qual seu partido se meteu, ao tentar a permanência no poder por vias escusas. “O PT colocou o Brasil para ser passado a limpo, tio, mas cometeu erros. Quem não erra?”, diz o dócil Lhé Bachula, como é também conhecido e que, apesar da meiguice, sempre age a serviço do objetivo da esquerda. Cada passo, palavra, gesto, ocorre premeditadamente.

Zé Dirceu é herói

Depois de chamar Zé Dirceu e João Vacari de heróis, “por terem lutado pela liberdade do Brasil”, Abrahim Farath diz à coluna que admite certo cansaço do poder, nesses quase 20 anos, mas abusa do otimismo e, sem surpreendência, materializa alguma empáfia, ao falar sobre o PT do Acre: “O PT do Acre tem capacidade incrível de se reinventar. E é o que vai acontecer. Ainda temos muito chão pela frente”, diz.

Ataque é a defesa

Para encerrar, perguntei ao Lhé se o PT do Acre será capaz de apagar a mancha de perseguidor e de levar nas costas emblemáticos casos de corrupção como os que culminaram com a Operação G7, entre tantas outras denúncias de abuso e relaxamento com a coisa pública, como as obras do Ruas do Povo. Lerdo nas articulações de sua magrela anatomia, mas ligeiro no raciocínio, Lhé abarca tom sobre tom: “Tio, nós não inventamos a Flávio Nogueira, nem deixamos os ratos comer pacientes no Hospital das Clínicas! Falei?”.

Bacaba do PV

“O PV será protagonista nessa eleição de Sena Madureira, e não coadjuvante. Nunca coligaremos com o prefeito Mano Rufino (PSB)”, disse à coluna o deputado Nelson Sales, principal liderança do partido no Acre.

À procura

Nelson Sales disse que o PV “namora” com nomes com capital político suficiente para brigar pela prefeitura. “Vamos ter um candidato competitivo, pordem esperar”, diz ele.

Charlene foi convidada

Bonita, inteligente e super disposta a entrar para a política, a publicitária Charlene Carvalho foi convidada pela direção do PV para disputar a prefeitura de Sena Madureira. “É o nosso sonho! Fizemos o convite, mas ela ainda não respondeu”, afirma o deputado Nelson.

Pacto quebrado

Já foi desfeito o pacto que o prefeito André Hassen (PP), de Epitaciolândia, havia feito com o delegado de Polícia, Sérgio Lopes, desistindo de disputar a reeleição para ajudar o policial. E é porque teve até papel assinado em cartório.

Festa do PP

Meio Quinari se filiou no PP, sexta-feira à noite, junto com o prefeito James Gomes. A mulher dele, Mailza Gomes, é primeira suplente do senador Gladson Cameli (PP) e potencial candidata a assumir a cadeira.

Sem choque

Esse novo grupo do prefeito James Gomes precisa tomar só um certo cuidado para não se chocar com outro grupo forte, no Quinari, do deputado Jairo Carvalho e seu sogro, o pastor Pedro Abreu.

Surpreendente

Jairo Carvalho, a rigor, entrou para a política muito por aqueles acasos do destino. Para se ter ideia, há um ano era apenas o genro do pastor Pedro Abreu, mas hoje inverteu a situação. Em seis, sete meses como deputado já foi em metade das igrejas Assembleia de Deus em todo Acre, inclusive na Foz do Breu.

Silêncio exigido

Essa semana uma companhia aérea trouxe de Brasília, na mesma aeronave, os senadores Gladson Cameli (PP), Sérgio Petecão (PSD), o ex-deputado Narciso Mendes, o empresário Eli Assem, o eterno secretário Dudé Lima, entre deputados federais e até um estadual, o Luiz Gonzaga. Num dado momento a discussão entre eles se acirrou tanto que o chefe do comissariado de bordo pediu ao grupo que fizesse algum silêncio.

Bola do momento

Perguntei ao Braga, chargista de mão cheia, como ele define o atual momento político do Acre. Como sempre, em milésimos de segundos, ele responde: “Viva o doutor Rey!”.

Comunidade GADE

Igreja dirigida, em Rio Branco, pelo pastor Henry Nogueira, que é secretário de Pequenos Negócios do Governo, a comunidade GADE realizou neste sábado uma ação social no conjunto Tucumã com coleta de exames, ginástica, consulta médica, entre outros. Não houve envolvimento político, razão do brilho no evento.

Ambulante web

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