Rio Branco, Acre,


Os nanicos possuem 7 deputados e a provável saída deles da Frente Popular poderá comprometer a governabilidade de Tião na Aleac

Crise na Frente Popular

Com quase 20 anos no poder, o grupo político Frente Popular do Acre (PFA) enfrenta a maior crise institucional da história. Com a rebelião de lideranças de seis partidos que se recusaram a participar de uma reunião com a presença do governador Tião Viana (PT), acendeu a luz de alarme no Palácio Rio Branco, dando conta que a crise está instalada e os tempos são outros.

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Alto preço

Se realmente os nanicos continuarem firmes o abacaxi que Tião Viana terá que descascar poderá ser bem maior do aquele que o engraçadinho do porta-voz dele postou no Twitter.

Governabilidade em risco

Os nanicos possuem 7 deputados e a provável saída deles da Frente Popular poderá comprometer a governabilidade de Tião na Aleac. Se somar este número aos que já estão na oposição, então obiviamente que o governador petista ficará em desvantagem.

Difícil

com a governabilidade comprometida, Tião poderá ter dias difíceis pela frente, mas obviamente que isto vai depender da coragem dos nanicos.

Podem ser grandes

Se esta Frente Alternativa se der conta da força que tem e abrir mão de míseros salários no Executivo eles irão causar ainda mais calvície no governador e poderão ajudar a construir uma nova página na história.

Falando sério

Ao se recusarem a participar da reunião com lideranças da Frente Popular, incluindo o governador Tião Viana (PT), os nanicos provaram que não estão brincando ao dizer que são uma frente alternativa e que não seguem mais o comando do PT.

Difícil disfarçar

De temperamento sanguíneo e longe de ser um Jó, homem exemplo de paciência, Tião Viana não escondeu a irritação e mal disfarçou a cólera que ele sentiu na manhã de sexta-feira.

Racha

Pela primeira vez na história da Frente Popular, há um racha em evidência e entrará para a história política do Acre as horas de rebelião dos nanicos contra Tião Viana e o PT.

Reunião no andar de cima

Enquanto os altos cardeais da Frente Popular, incluindo Tião Viana e o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, reuniam-se no auditório da Aleac, os nanicos conversavam no andar superior da casa legislativa e mantiveram firme a posição de apoiar Eber Machado e não baixar a cabeça ao chefe do Executivo.

O motivo da rebelião

A rebelião dos nanicos na manhã desta sexta-feira foi por conta do governador Tião Viana ter exonerado todos os cargos comissionados que o deputado Eber tinha no Executivo e não ter permitido que o parlamentar participasse da reunião da Frente Popular.

Falta habilidade

Tião Viana possui todas as credenciais para entrar para a recente história política no Acre como o governador em que mais faltou habilidade política para tratar com aliados e isto poderá custar o fim da hegemonia do grupo que governa o Acre há quase duas décadas.

Retaliação

Nos bastidores, sabemos que jogarão muito baixo contra o deputado Eber
Machado, homem cujo erro que teve no parlamento foi não se curvar a Tião Viana.

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