Rio Branco, Acre,


Segurança prepara policiais para atuar como negociadores em situações com reféns

Durante as 50 horas/aula do estágio, os policiais e bombeiros recebem aulas de cinco disciplinas

Policiais e bombeiros participam das 50 horas de instruções (Foto: Assessoria Sesp)
Policiais e bombeiros participam das 50 horas de instruções (Foto: Assessoria Sesp)

A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) realiza durante toda esta semana um Estágio de Negociação de Crises com Reféns. Ao todo, 32 policiais militares, três civis e três bombeiros da capital e interior recebem as instruções para assessorar comandantes e gestores na tomada de decisões em casos de ocorrências graves que envolvam reféns.

Durante as 50 horas/aula do estágio, os policiais e bombeiros recebem aulas de cinco disciplinas, com os temas: Doutrina de Gerenciamento de Crises, Técnicas e Táticas de Negociação, Psicologia Criminal, Estudo de Casos e Legislação de Ocorrências de Alto Risco.

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“Isso visa promover a formação continuada de operadores de segurança pública pertencentes às polícias e ao Corpo de Bombeiros do Acre. O objetivo é criarmos uma escala de sobreaviso com negociadores qualificados, a partir desse estágio, para que eles possam exercer a função de negociadores de maneira efetiva e eficiente”, explicou o coordenador do estágio, major Giovane Galvão.

Gerenciamento de Crises

Criado em abril, por meio do decreto estadual nº 2.287/2015, O Gabinete Integrado de Gerenciamento de Crises (GIGC) padroniza ações da Segurança Pública em casos como o da explosão de cilindros no bairro Manoel Julião, em maio de 2014, e do assalto à lotérica no Centro de Rio Branco, em outubro de 2013.

O mecanismo legal dá autonomia às polícias e Corpo de Bombeiros para a tomada de decisões em situações de motins em presídios, roubos com reféns, sequestros, tentativas de suicídio, ocupação ilegal de terras ou conflitos fundiários, bloqueio de estradas, enchentes, acidentes que envolvam transporte aéreo, rodoviário e fluvial, grandes incêndios, entre outros desastres naturais e tecnológicos.

“É preciso primeiramente oferecer essa qualificação para, em seguida, selecionarmos e credenciarmos aqueles que se destacarem durante esse estágio. Faremos ainda uma triagem de avaliação do perfil de cada um deles para que possamos selecionar um grupo de negociadores e outro de gerentes de crises”, disse o secretário adjunto de Integração Operacional, coronel Ricardo Brandão. (Ascom Sesp)

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