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Bittar e Petecão dizem que subirão nos palanques onde a oposição tiver mais de um candidato

Por Gina MEnezes, da Contilnet

Biitar e Petecão subirão em palanques da oposição com mais de uma candidatura

Biitar e Petecão subirão em palanques da oposição com mais de uma candidatura

O ex-deputado federal Marcio Bittar afirmou na última quarta-feira (30) que defende equilíbrio e responsabilidade na condução das pré-candidaturas para 2016. Bittar, que conduziu o PSDB nos últimos anos no cargo de presidente da executiva regional e atualmente é presidente do Instituto Teotônio Vilela, diz que é importante trabalhar em unidade e garantir “pontes” que resultem em unidade em 2018.

Ele acredita que não será possível um líder político não subir no palanque do candidato do seu partido, mesmo nos municípios onde a oposição tiver mais de uma candidatura. “Nos últimos anos ninguém mais que eu lutou pela unidade na oposição, ao fim, como não deveria ser diferente, quem decide é o diretório municipal e nenhum partido democrático pode sair por aí  fazendo intervenção, impondo a vontade da cúpula”, disse.

Bittar defende a união das lideranças da oposição e reafirma que é preciso que existam pontes por onde passar em 2018. “As maiores lideranças, principalmente os eleitos, precisam manter a unidade entre si independente das disputas eleitorais nos municípios. Lógico que cada partido estará no palanque do seu candidato. As disputas municipais não podem criar feridas entre Rocha, Gladson, Flaviano, Petecão. Assim como a cúpula tem que respeitar a decisão da base, a base deverá respeitar que os líderes não devam rachar entre si, sob pena de quebrar as pontes por onde terão que passar para 2018”.

O tucano defende, ainda, que a oposição aprofunde o programa de governo e prove a sociedade que está pronta para substituir aqueles que estão no poder atualmente. “Precisamos aprofundar o programa de governo e estar a altura da responsabilidade do grave momento por qual passa o Acre e o Brasil. Só assim podemos convencer a sociedade que estamos prontos pra substituir o PT”, disse.

A opinião de Bittar é bem parecida com a do senador do PSD, Sérgio Petecão, que defendeu a unidade, mas ressalta que não se eximirá de subir em palanques mesmo em municípios onde a oposição possui muitas candidaturas. “O ideal era que nos municípios tivéssemos apenas um candidato, mas sabemos que em alguns lugares isto não será possível. Mesmo assim eu irei aos palanques. Precisamos pensar na união para 2018”.

O senador Gladson Cameli (PP) afirmou à ContilNet na última quarta-feira que não iria subir nos palanques onde a oposição tiver mais de uma candidatura. “Não tem como optar por um nome de oposição, pois sou senador de todos. Em Sena Madureira, por exemplo, recebi apoio da Toinha Vieira (PSDB), Mazinho Serafim (PMDB) e Ghelen Diniz (PP), como poderei optar entre um deles”, questionou.

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