Nos últimos meses, empresas multinacionais de tecnologia, como Microsoft, NetFlix e Adobe animaram os funcionários ao anunciar novos benefícios para quem se tornar pai e mãe.
Recentemente, uma nova grande companhia se juntou a esse grupo: a Intel, nos Estados Unidos. Ela acaba de anunciar que está reformulando sua política no que diz respeito aos benefícios de fertilidade e de adoção.
Agora, a companhia concede até US$ 40 mil para cobrir despesas com tratamentos de fertilidade, como a fertilização in-vitro. E oferece um adicional de US$ 20 mil para serem usados com medicamentos prescritos pelos médicos durante esse período.
A Intel também afirma que irá cobrir as despesas de congelamento de óvulos, espermatozoide, embriões ou cordão umbilical. Os pais que desejam adotar irão receber auxílio de US$ 15 mil por criança (antes da nova política, a empresa já pagava US$ 5 mil).
E a lista não para por aí: pela primeira vez na empresa, os funcionários LBGT terão direito a acesso subsidiado a serviços de fertilidade.
Em entrevista ao Mashable, o vice-presidente e diretor de benefícios da Intel, Ogden Reid, disse que a nova política visa atrair e manter os funcionários, especialmente as mulheres, para que elas não precisem abandonar o emprego ao se tornarem mães.
