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Quantidade de milho desaparecido pode chegar a mil toneladas; Ghelen prova gestão compartilhada

Por Gina MEnezes, da ContilNet

ghelen

Deputado Gelen Diniz (PP)

O sumiço de 600 toneladas de milho que estavam armazenadas no Silo Graneleiro de Brasiléia, no Acre, rendeu acalorado debate na Assembleia Legislativa do Acre durante a sessão de quarta-feira (28).

Acusando o governo de ser corresponsável pela gestão no que se refere a estocagem, o líder do Partido Progressista (PP), Ghelen Diniz, cobrou providências por parte do governo e afirmou que o furto poderá ser bem maior do que o divulgado até aqui. Ele afirma que a quantidade do produtor desaparecida poderá chegar a mil toneladas.

O deputado apresentou documentos mostrando que o governo do Acre possui a gestão compartilhada do silo e que, portanto, divide a responsabilidade da gestão do silo. Ghelen afirmou que não faz sentido o governo se eximir da culpa pelo furto.

“O governo não pode se eximir da culpa e deixar o produtor no prejuízo. É um absurdo que o governo do PT trate roubo como algo normal”, declarou.

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A deputada Eliane Sinhasique (PMDB) também criticou o sumiço do milho e ressaltou que providências precisam ser tomadas a respeito do assunto. A parlamentar relembrou caso semelhante acontecido no silo graneleiro de Acrelândia, em 2013, ocasião em que o Executivo teve que ressarcir os produtores.

“O governo não pode se dar ao luxo de ficar gastando dinheiro público para pagar roubo. O dinheiro que foi pago por conta do milho que roubado naquela época poderia ser investido na compra de medicamentos. Queremos que a Secretaria de Segurança Pública dê uma resposta urgente e coloque atrás das grades esses ratos que roubaram pela segunda vez”, declarou.

O líder do governo na Aleac, deputado Daniel Zen (PT), afirmou que a gestão compartilhada só durou até 2012. “A gestão compartilhada não está mais vigorando. Com relação ao sumiço do milho eu defendo que seja feita uma apuração criteriosa para que se chegue aos culpados”, declarou.

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