
Segundo informa a Folha de S.Paulo, o Ministério das Comunicações colocará sob consulta pública uma proposta contendo três modelos capazes de universalizar a internet. Atualmente, apenas metade dos domicílios conta com algum tipo de acesso.
O primeiro deles determina a extinção do regime atual, em que a concessão vale apenas para telefonia fixa, assim, serviços (telefonia fixa, móvel, internet e TV paga) seriam fornecidos em regime privado por meio de autorização governamental – mesmo sistema que vale hoje para telefonia celular.
A autorização é diferente da concessão porque no segundo modelo as teles são obrigadas a seguir parâmetros de instalação determinados pela Anatel. Com isso, a agência poderia definir a ordem das áreas a serem atendidas levando em conta critérios de interesse social, e não mercadológicos. Já na autorização, embora haja metas a serem cumpridas, as teles podem escolher começar por regiões mais rentáveis.
