Desde que, no dia 19 de janeiro, o Gabinete Nacional de Estatísticas revelou um crescimento da economia chinesa de 6,9% em 2015 – o ritmo mais lento dos últimos 25 anos – o PBOC fez cinco injeções de recursos.
As operações foram concretizadas por meio de acordos de recompra (repos), um mecanismo que pressupõe a recompra posterior dos títulos vendidos dentro de um prazo estabelecido.
Nessa terça-feira (26), o Banco Central chinês injetou 440 bilhões de yuan (62 bilhões de euros) no sistema financeiro chinês, a maior operação do gênero desde fevereiro de 2013.
A agência oficial chinesa Xinhua justifica as operações com a necessidade de garantir liquidez durante o Ano Novo Lunar, a principal festa das famílias chinesas, que começa no dia 8 de fevereiro.
A quantia injetada no período supera em muito a do exercício de 2015, que foi de 80 bilhões de yuan (11, 2 bilhões de euros).
