A técnica em questão propõe a fabricação em larga escala de células miniaturizadas de combustível a base de óxido sólido – que, diferentemente de combustíveis fósseis, não prejudica (tanto) o meio ambiente. As mesmas baterias poderiam ser usadas em drones e até carros elétricos, os cientistas propõem.
Além de durabilidade e eficiência, o processo também inova na utilização de aço inoxidável poroso, eletrólitos de película finos e eletrodos de “capacidade mínima de aquecimento” na produção das células, segundo os pesquisadores. Resta saber quando e se essa técnica será colocada em prática pela indústria.
