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Funcionária pública tem casa assaltada pela 4ª vez no Castelo Branco

Por Alamara Barros, da contilnet

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Funcionária pública teve casa assaltada antes mesmo de se mudar/Foto: ContilNet

A onda de assaltos e a falta de segurança têm tirado a paz dos moradores da rua Machado de Assis, no bairro Castelo Branco, em Rio Branco. Segundo a funcionária pública Dayana Sabino, que ainda nem se mudou para o local, a obra de sua casa já foi invadida quatro vezes por assaltantes.

“Ultimamente está sendo frequente [os furtos], Só na primeira vez levaram tudo que estava no depósito da obra, usaram os carrinhos de mão e levaram o bebedouro e todas as ferramentas de trabalho dos pedreiros. Meu carro foi arrombado na frente da obra e levaram minha bolsa com todos meus pertences. Depois voltaram novamente e arrancaram a telha do depósito, mas já não deixamos muita coisa de valor justamente por conta dos roubos”, diz ela.

Os moradores afirmam que a grande quantidade de crimes na região começou por conta da obra inacabada de uma parte do Parque da Maternidade que passa pelo bairro. Segundo eles, o local já está abandonado e com muito mato, o que facilita ainda mais a ação de criminosos.

A moradora Kelly Oliveira Albuquerque foi surpreendida por dois homens armados quando chegava em casa; ela teve a bolsa roubada e conta que está cada dia mais difícil sair no bairro. “Aqui depois das 17 horas fica complicado sair de casa porque eles sabem que não existe policiamento e nem segurança no bairro, e aproveitam para praticar os assaltos. A gente já viu os bandidos pulando os muros das casas, liga para polícia, mas só chega uma hora e meia depois”, relata Kelly.

A moradora Kelly Oliveira Albuquerque foi surpreendida por dois homens armados quando chegava em casa

De acordo com o comandante do 4º Batalhão da Polícia Miltar, major Messias, responsável pelo policiamento da região, providências serão tomadas sobre o caso. “Apesar dos números oficiais nos casos de furtos e roubos não apontarem anormalidade, estaremos entrando com reforço naquela área. Quanto à demora nas respostas das chamadas à polícia, isso também será analisado, uma vez que existe uma radiopatrulha para atender aquela região”, disse o major.

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