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Médicos acreanos participam de Fórum sobre Medicina de Família

Por Redação COntilnet

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Médicos acreanos participam de evento em Brasília

Os médicos Dilza Ribeiro, Osvaldo Leal, Leuda Davalos e Lucas Dantas, representaram o Acre no 5º Fórum de Medicina de Família e Comunidade, realizado na sede do Conselho Federal de Medicina (CFM), em Brasília, na sexta-feira, 13.

Durante o evento, os representantes de todos os Estado e entidades discutiram o papel da medicina de família e comunidade na construção do modelo de saúde vigente no país, analisando as práticas públicas e privadas, visando estabelecer um marco norteador da área enquanto especialidade.

A médica Dilza Ribeiro, representante do Acre no CFM, destacou a importância da participação dos médicos acreanos no evento, lembrando que temas importantes como o marco legal da especialidade, o mercado de trabalho e a experiência em Organizações Sociais de Saúde (OSS), foram discutidos.

“Esse encontro tem um significado importante, pois reúne representantes de todos os estados e de diversas entidades para discutir temas importantes relacionados à Medicina de Família e Comunidade. Além de novos conhecimentos, estamos nos preparando para garantir sempre um melhor atendimento à população e lutando pela valorização do profissional médico”, destacou.

Dilza Ribeiro lembrou ainda que é de fundamental importância a valorização da especialidade da Medicina de Família e Comunidade, visando sempre uma maior proximidade do profissional médicos com as pessoas, garantindo o acesso das famílias a uma Saúde de qualidade.

O médico e ex-secretário de Estado de Saúde, Osvaldo Leal, participou de uma mesa redonda com o tema: “Experiência da Carreira no Setor Público, falando sobre sua experiência na Universidade Federal do Acre.

De acordo com a Demografia Médica no Brasil, existem pouco mais de quatro mil profissionais com o título nesta área, sendo que 76,2% se concentram nas Regiões Sul e Sudeste do País.

A medicina de família e comunidade representa apenas 8% do total de vagas de residência médica no país e menos 30% destas têm sido ocupadas. Os dados são da Comissão Nacional de Residência (CNRM). Veja abaixo a programação preliminar do evento. (Assessoria)

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