Rio Branco, Acre,


Bittar: “As últimas eleições têm sido marcadas por fraudes e a oposição precisa estar unida”

Marcio tem sido uma espécie de embaixador da missão de unir os partidos da oposição, já se reunindo várias vezes com Eliane Sinhasique e demais pré-candidatos

Bittar, com Antonia Sales e Gladson Cameli em carreata nas eleições 2014/Foto; Assessoria

O presidente regional do Instituto Teotônio Vilela, Marcio Bittar, afirmou no último sábado (4), após a divulgação de denúncias de uso de esquema financeiro forte na última eleição, que fraudes e pressões têm sido constantes nas eleições acreanas e que, portanto, se faz necessário que a oposição caminhe cada vez mais unida para combater este tipo de prática.

Bittar, que se reuniu na última semana com o presidente regional do Democrata, Tião Bocalom, defende uma espécie de “força-tarefa” da oposição para que juntos possam combater o que ele chama de “práticas criminosas do Partido dos Trabalhadores”.

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O tucano repudiou de forma veemente toda prática de crime eleitoral. “As últimas eleições do Acre têm sido de fraudes. Ameaça de perda de emprego, pressão em cima de quem recebe bolsa, pressão com quem fornece ou constrói para o estado, pressão na mídia e milhões em propaganda e agora a nova denúncia: roubaram o sonho da casa própria. Se esta denúncia for comprovada, isso será mais uma evidência de como eles [Frente Popular] fizeram um estelionato eleitoral”, comentou.

Marcio tem sido uma espécie de embaixador da missão de unir os partidos da oposição, já se reunindo várias vezes com a pré-candidata a prefeita pelo PMDB, Eliane Sinhasique, e demais pré-candidatos. Ele afirma que não vê qualquer empecilho para uma união entre todos os partidos. O líder tucano defende a candidatura única. “Não vejo impossibilidade para caminharem juntos. Não vejo com diferença nenhum dos candidatos e acredito que o melhor candidato será aquele que for o nome de consenso”, disse.

A respeito de novos nomes no cenário de disputa, ele diz que todos os nomes são bem-vindos, mas defende que haja união em torno de quem se viabilizar melhor. “Já estive com Eliane Sinhasique mais de uma vez, assim como fui visitar Bocalom e Beth [esposa de Bocalom], e o recebo sempre. Também acho que a vinda de Raimundo Vaz e provavelmente do meu amigo Alan Rick para nossas fileiras não deve ser ignorada. Estou em sintonia com Petecão e com o esforço que tem feito de dialogar e buscar unir”, frisou.

marcio e bocalom
Marcio Bittar e o democrata Tião Bocalom

Marcio, que abriu mão de ser pré-candidato a prefeito mesmo o nome aparecendo com destaque em pesquisas extraoficiais, lembra que há momentos em que as lideranças precisam acenar com gestos de generosidade em nome do coletivo e frisa que a população do Acre espera o fim dos governos petistas.

“Creio que chegou a hora de a oposição ganhar a eleição e a população não vai relevar se perdermos, pois temos todos os ingredientes para chegarmos à vitória, basta união. O momento em que estamos vivendo se assemelha a nossa luta pelo fim do regime militar: todos unidos por uma causa. Para eles (PT), tudo é uma questão de vida ou morte, eleição é uma guerra. Enfrentá-los desunidos é uma temeridade, mas se persistir várias candidaturas, evidente que estarei com o PSDB e com o jovem Francineudo”, afirma o tucano.

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