Ícone do site ContilNet Notícias

Moradora denuncia que após decreto Depasa ainda não reconstruiu muro destruído

Por REDAÇÃO CONTILNET

Parte do muro desabou depois de obras efetuadas pelo Depasa rua /Foto: ContilNet

Parte do muro desabou depois de obras efetuadas pelo Depasa rua /Foto: ContilNet

Uma denúncia feita à ContilNet nesta terça-feira (5) deu conta de que técnicos do Departamento Estadual de Pavimentação e Saneamento do Acre (Depasa) foram responsáveis pela destruição de um muro localizado na Rua Vista Alegre, no bairro Parque das Palmeiras, há exatamente cinco anos, desde a reconstrução da via pública.

De acordo com as informações da denunciante, quando foram reconstruir a rua, os trabalhadores e os técnicos responsáveis pelo planejamento não construíram uma barreira de proteção para impedir os dano ao muro e, por isso, a parede desabou por não aguentar o peso do asfalto.

A professora e proprietária da residência, Nilene Moreira da Costa, procurou a reportagem e disse que o caso aconteceu há cinco anos e três sentenças já foram foram emitidas, responsabilizando o departamento pela reconstrução do muro, mas nada foi feito até o momento..

“Eu já procurei a Justiça, a juíza já deu o parecer, e três sentenças foram dadas, mas nada foi feito. O que parece é que a Justiça não tem moral alguma, por que a decisão não moveu um tijolo do muro de minha casa”, disse a proprietária.

Muro foi destruído durante manutenção na rua feita pelo Depasa /Foto: ContilNet

A primeira sentença foi dada no dia 7 de julho de 2014, no Tribunal de Justiça do Acre, pela juíza responsável pelo caso. Na primeira decisão, o órgão ficou responsável por devolver R$ 500 por diária, devido aos danos causados. De acordo com a defensora pública que representa o caso,

De acordo com Nilene, um representante do Depasa a procurou em sua residência para vistoriar o dano e planejar a reconstrução do muro. A proprietária disse ainda que o técnico reconheceu a imprudência dos profissionais que ocasionaram o problema, mas até o momento nada foi feito.

“Eu sinceramente cansei de esperar. O técnico me procurou, reconheceu o erro, vistoriou o local, e nada foi decidido. Vou até o fim, pois sei que o erro foi deles [Depasa], que realizaram um trabalho malfeito”, finalizou.

Sair da versão mobile