
Crianças e adolescentes se submetem à condições sub-humanas de trabalho /Foto: Reprodução
O Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho infantil (FNPETI) divulgou os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2014 feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados pelo Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho infantil (FNPETI), o Acre tem a oitava maior taxa de ocupação de crianças e adolescentes com idades que entre 5 e 17 anos. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2014.
Do total de crianças e adolescentes dessa faixa etária, aproximadamente 9,7% exerciam algum tipo de ocupação no ano da pesquisa, em comparação com 2013 houve crescimento de 69,2%. O trabalho infantil é identificado principalmente em famílias de baixa renda, em especial aquelas que vivem na zona rural e estão envolvidas na agricultura familiar.
Segundo a coordenadoria do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil no Acre (Peti/AC), as cidades de Brasileia, Capixaba, Cruzeiro do Sul, Epitaciolândia e Feijó são as cidades em que há mais casos de crianças e adolescentes nesta situação.

