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Filme mostra os impactos das hidrelétricas na Amazônia

Por GREENPEACE

Hydroelectric plant, Tucurui, Para

As hidrelétricas construídas na Amazônia causam grandes impactos negativos para as comunidades e para a biodiversidade da floresta. O documentário “Belo Monte – Depois da inundação”, de Todd Southgate, percorre a cidade de Altamira e o rio Xingu para registrar o que está acontecendo na vida das pessoas depois do enchimento do reservatório da barragem de Belo Monte, no início de 2016.

O filme mostra a promessa de um desenvolvimento que nunca chegou à região e que, pelo contrário, trouxe problemas como a falta de peixe, a mudança do comportamento do rio, remoções forçadas e caos urbano. Apesar de tudo isso, o governo tem planos de continuar construindo hidrelétricas na Amazônia e o próximo alvo é o rio Tapajós, onde o diretor também esteve para retratar a luta do povo Munduruku contra as barragens.

No dia 8 de outubro, a partir das 17h, ocorre a pré-estreia do filme, narrado pelo ator Marcos Palmeira, com a presença do diretor e duas lideranças indígenas: Edovaldo Datie Munduruku, do rio Tapajós e Jailson Juruna, do rio Xingu.

Setembro Verde – Matilha Cultural

O evento é parte do encerramento do Setembro Verde, um projeto multimídia colaborativo com foco em temas políticos e socioambientais que ocorre anualmente na Matilha Cultural (Rua Rêgo Freitas, 542, centro de São Paulo). A edição deste ano, realizada em parceria com o Greenpeace, traz a Amazônia para o centro do debate, com foco no rio Tapajós e os impactos nocivos da construção de hidrelétricas na região.

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