Segundo a polícia, o jovem tentou degolar a namorada com uma facada no pescoço e, depois de matá-la, viajou para Britânia, região noroeste de Goiás. Conforme a investigação, depois de cometer o crime, ele chamou a polícia dizendo que Saionara havia sido morta por outra pessoa dentro do apartamento dele.
Quando chegaram ao local, os peritos da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH) colheram pistas com uso do luminol, um produto químico capaz de fazer aparecer traços de sangue invisíveis a olho nu, assim identificaram várias marcas de sangue no suspeito e nos pertences dele. Ele disse à polícia que teria cometido o crime a pedido da própria namorada.
Os familiares de Saionara moram todos no Acre e, por conta disto, até a manhã desta quarta-feira (4) o corpo dela ainda estava no Instituto Médico Legal (IML) aguardando seus parentes para ser liberado.

