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“Oposição unida em uma chapa encabeçada por Gladson, pode dar fim ao ciclo do PT”, diz Bittar

Por RÈGIS PAIVA, DA CONTILNET

Gladson Cameli Candidato do Partido Prograssista (PP) ao Senado Federal pela coligação: Todos por um Acre melhor. Fotos (Suamy Beydoun)

Gladson Cameli e Marcio Bittar caminharam lado a lado nas últimas eleições estaduais /Foto: (Suamy Beydoun)

O ex-deputado federal, Marcio Bittar, afirmou que a oposição se saiu melhor nas últimas eleições municipais. Para ele, até mesmo a vitória do PT em Rio Branco significa pouco, pois foi uma vitória pessoal e onde a FPA já governava. No entanto, nas eleições para governador a Capital sempre divide os votos meio a meio. Para ele, vencer em Tarauacá e Feijó tem muito mais peso e significância.

“Primeiro, contrariando algumas pessoas mais apressadas, tenho convicção de que o resultado das eleições no Estado foi mais favorável aos partidos que são oposição. Afinal, o PT ganhou uma eleição onde já era deles. Mas Rio Branco é uma cidade aberta, sem preconceitos. Nunca foi problema para a oposição. É aberta para qualquer pessoa”, afirmou Bittar.

Mas ter ganhado as eleições em Feijó e Tarauacá, tirando da mão do PT municípios onde a oposição vem perdendo de forma significativa, colocando dois novos e bom gestores ligados à oposição é muito mais importante do que a Capital, analisou Bittar.

Sobre a forma como os partidos saem da eleição, Bittar afirma que o PMDB, o PSD e o PP cresceram. Mas o PSDB foi o único partido que diminui de quatro anos para cá, quando se fala sobre eleição no Estado.

https://youtu.be/Tv8PrZez9GQ

“Mas estes quatro partidos, mais PPS e os que vierem, se tiverem juízo e montarem uma chapa natural em 2018, que no meu ponto de vista deve ser encabeçada pelo Senador Gladson Cameli, podem virar o jogo. Se seguirmos o leito natural do rio, temos condições de findar o ciclo do PT no poder”, alertou.

Bittar destacou que se a oposição souber se unir será possível eleger o governador e ao menos um senador, com possibilidade de eleger os dois. Para ele, é preciso aproveitar o momento, pois o PSDB será fortalecido por uma candidatura nacional e pode voltar a crescer no Acre.

Marcio disse considerar Gladson um bom nome para concorrer ao Governo em 2018 /Foto: Reprodução

“Mas se no Acre o PSDB não se saiu muito bem, em compensação quando se olha a situação em termos nacionais, o partido saiu extremamente fortalecido. Isso deixa o partido muito próximo de vencer as eleições para presidente da República”, salientou.

Com a queda em âmbito nacional, principalmente Rio de Janeiro e São Paulo, o PMDB ficou sem perspectiva para disputar a presidência da República, afirmou Bittar, pois atualmente o PSDB tem três nomes fortes enquanto os outros nem um.

“Se o PSDB acreano souber entender este momento, elegendo senadores e deputados federais, vai aumentar sua importância na governabilidade”, finalizou.

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