Ícone do site ContilNet Notícias

Deputada repudia atentado no hospital de Brasileia e cobra segurança nas unidades de saúde

Por RÉGIS PAIVA, DA CONTILNET

A deputada Leilão Galvão (PT) reclamou severamente na manhã desta terça-feira (1°) por conta da falta de segurança nas unidades hospitalares no Estado. Leila cobrou celeridade no aumento da vigilância e das condições de segurança tanto para quem trabalha como aos usuários.

Ao comentar sobre o atentado que por pouco não vitimou fatalmente servidores e trabalhadores do Hospital Raimundo Chaar em Brasileia no último fim de semana, a deputada reforçou o pedido de ampliação da segurança para os servidores e para os usuários daquela casa de saúde.

“A maioria das unidades de saúde no Estado não têm segurança. Não posso deixar de registrar minha indignação com isso. Os usuários estão expostos. Existe vulnerabilidade para todos”, afirmou a deputada estadual.

Deputada Leila Galvão (PT)/Foto: Reprodução

Leila disse ser um pedido dela e dos demais colegas deputados no sentido de encaminhar um expediente ao secretário de Saúde solicitando que ele prioridade para a contratação para força armada ou outra para garantir a segurança dos servidores da saúde, seja em Brasileia ou qualquer outro município.

“Liguei para o secretário e reclamei do atentado à vida dos trabalhadores em Brasileia. Lá, o cidadão apontou um rifle para o enfermeiro Ronaldo. Essas pessoas, quando ameaçadas, procuraram os parlamentares e por isso faço esta reivindicação para o secretário”, destacou.

A deputada revelou ter sido ouvida e sugeriu a presença de segurança armada ou outras forças alternativas, até mesmo parceria com outras instituições: “Precisamos de uma resposta para a segurança dos trabalhadores e da população em geral. Segurança é o mínimo que todos queremos”.

Só melhora se trocar o secretário

O deputado Raimundinho da Saúde corroborou com o discurso da deputada petista e afirmou que a segurança nas unidades hospitalares é um problema crônico em todo o Estado: “Pessoas armadas em hospitais, ameaçando os servidores e pondo em risco os usuários são uma realidade para os trabalhadores. Mas se depender do secretário de Saúde, vai continuar sem solução”, disse Raimundinho.

Sair da versão mobile