
Luisa de Marillac lembra que “está sempre em pauta o interesse superior da criança”. Para ela, é imprescindível esgotar todas as possibilidades de manter a criança na família, e o processo apenas tem início depois da destituição do pátrio poder, que, em regra, extrapola o prazo previsto. A juíza Sandra Silvestre acrescenta que, às vezes, mães mudam de ideia ou pais aparecem de última hora para reconhecer a paternidade ou reclamar a guarda. Mas também há problemas estruturais, como a falta de juízes e varas especializados.
Também participam do programa, por meio de depoimentos, a secretária nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Cláudia Vidigal, o psicólogo-chefe da Vara da Infância e Juventude do Distrito Federal, Walter Gomes de Souza, e o juiz da Infância e Juventude de Pernambuco Élio Braz Mendes.

