Os jornais desta segunda-feira (23) continuam a tratar da morte do ministro Teori Zavascki, e sua consequência nos processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF).
O Estado de S.Paulo destaca a informação de que ministros da corte possuem opiniões divergentes sobre como deve ser redistribuída a relatoria das ações da operação. “Ministros do STF divergem sobre relatoria da lava Jato”, diz a manchete do Estadão.
Presidente do STF sugeriu homologar as delações durante o recesso judiciário. Outros ministros seriam contra /Foto: Reprodução
Parte defende que os processos da Lava Jato que estavam com Teori sejam remetidos para os integrantes da segunda turma do STF, mas há quem defenda a distribuição a todos os ministros do tribunal. Entenda aqui.
O Globo afirma que o STF está dividido em relação à possibilidade de a presidente da Corte, Cármen Lúcia, homologar as delações da Odebrecht durante o recesso do judiciário. A manchete do jornal é: “Ministros são contra Cármen Lúcia homologar delações”.
O matutino também traz uma reportagem informando que o advogado Francisco Zavascki, filho de Teori Zavascki, revelou, em entrevista ao “Fantástico”, que havia sido aberto inquérito na Polícia Federal para investigar ameaças. A abertura aconteceu após pedido de Teori. A PF, no entanto, informou que não encontrou risco real.
A Folha de S.Paulo traz uma pesquisa sobre e educação e informa que um terço dos professores do ensino médio das escolas do país dá aulas de disciplinas para as quais não têm formação. A manchete é: “Falta formação específica a docente do ensino médio”.
Reportagem do Estadão aponta que o número de desempregados pode ser ainda pior no Brasil: de 21%. Estudo do banco Credit Suisse indica que o país tem a sexta maior taxa de desemprego ampliado entre 31 países desenvolvidos e emergentes.
A pesquisa soma quem procuram trabalho com aqueles que, por falta de opção, fazem bico e trabalham menos do que poderiam.
