Os dados são do Ministério da Saúde e foram divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), na segunda-feira (6). Segundo o balanço, foram notificados 3.998 nascidos vivos de mães adolescentes.
Para o resultado, foi avaliada a faixa etária de 10 aos 19 anos. Se comparado com o ano anterior (2015), quando se registrou 4.494 nascimentos, a redução foi de 11%, sendo 2016 o terceiro ano consecutivo em que diminuem os índices de gravidez na adolescência no Acre.
Para garantir que os bons resultados continuem nos anos seguintes, representantes das instituições que fazem parte da rede começam a planejar as ações para esta ano. O objetivo, segundo a Sesacre, é definir estratégias que proporcionem que mais jovens sejam alcançados pelas ações em todo o estado.
“O trabalho que fazemos vai além da gravidez na adolescência. Abordamos também a necessidade do planejamento familiar para que esses adolescentes tenham acesso à informação que é a principal arma para evitar uma gravidez indesejada”, explica João Paulo Silva, gerente do departamento de atenção primária, política e programas estratégicos da Sesacre.
A equipe gestora da rede analisa os resultados de cada município para definir os locais onde os índices de gravidez na adolescência são maiores e, com isso, planejar as ações para este ano.
A capital foi o município que apresentou o maior número, com 1.386 adolescentes grávidas em 2016. Já o menor índice foi registrado em Santa Rosa do Purus.
Com informações da Assessoria
