Após quatro dias de aparente calmaria e sem registros de mortes violentas em Rio Branco, a noite desta sexta-feira (10) iniciou com quatro homicídios. Os crimes ocorreram na Vila Benfica, Alto Alegre, Taquari e Aeroporto Velho. Três das vítimas foram mortas a tiros e um ultimo a golpes de faca.
No primeiro caso, o fato aconteceu na Rua da Amizade. Adriano Santos, de 33 anos, foi surpreendido por homens armados em um veículo de cor preta que efetuaram mais de 10 disparos.
Mesmo ferido, Adriano conseguiu andar alguns metros e pediu ajuda a populares que acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mas o homem acabou não resistindo aos ferimentos e morreu.

Quatro pessoas mortas na noite desta sexta-feira /Foto: Reprodução
Na parte alta da cidade, policiais foram acionados para atender a mais um crime de homicidio. O fato aconteceu na Rua Joares Tavora, no bairro Alto Alegre. Rossan Lima Freitas foi alvejado a tiros e morreu antes mesmo da chegada do socorro.
Populares informaram terem ouvido pelo menos seis disparos e em seguida encontraram o jovem ferido.
Não demorou muito e mais uma vez o Centro Integrado em Operações (CIOSP) recebeu outro chamado de tentativa de homicídio, desta vez na Rua Baguari, localizada no bairro Taquari.

Marcos Pereira Veras foi uma das vítimas desta sexta-feira sangrenta /Foto: Reprodução
Quando a polícia chegou ao local, os médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) já haviam diagnosticado a morte do jovem Antônio Marcos Pereira Veras, de 23 anos. Pelo que foi contado por moradores, os suspeitos estavam em uma motocicleta e dispararam cerca de cinco tiros.
Por último, o adolescente Wellington Andrade Lima, de 16 anos, foi morto a golpes de faca. O jovem foia tingido na região do pescoço e morreu durante o atendimento dentro da unidade de suporte avançado do Samu.
O fato aconteceu nas dependências do ginásio Álvaro Dantas localizado na rua Rio Grande do Sul, região do bairro Aeroporto Velho.
Nos quatro casos até o final desta matéria, nenhum dos responsáveis pelos crimes haviam sido presos. Os casos após registrados pela Polícia Militar, devem ser investigados pela Delegacia Especializada em Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP).
