Quando assumiu a superintendência da Fundação nacional de Saúde (Funasa) no Acre, Raphael Bastor Jr. sabia que teria muitos desafios na condução, instituição que tem a missão de promover saneamento integrado urbano e rural, nos municípios acreanos. Além de uma sede em condições extremamente precárias, pouco pessoal e nenhum engenheiro no seu quadro, a perspectiva não era animadora. Hoje, 15 meses depois, a realidade é bem diferente. No mês de fevereiro, em reunião em Brasília com todos os superintendes do país, Raphael foi informado que a unidade ficou em terceiro lugar na avaliação nacional de melhores resultados e participação de servidores. Só perdeu para o Rio Grande do Sul e Tocantins.
“Gerenciar um órgão com presença nos 22 municípios acreanos, mais de 110 convênios com execução pelo Governo do Estado e que somam mais de R$ 65 milhões em obras de ampliação do abastecimento de água com novas estruturas de captação, adutoras, estações de tratamento de água, reservatórios, e ampliação da rede de distribuição, além de convênios com as prefeituras, que somam mais de 45 milhões em programa de melhorias sanitárias domiciliares, programa de educação ambiental e para elaboração dos planos municipais de saneamento básico, não é tarefa fácil, mas com boa vontade e apoio de todos, mudamos a realidade da Funasa no Estado e isso nos orgulha muito”, destaca Raphael Bastos, lembrando ainda a importância do apoio do deputado federal Alan Rick para o sucesso de sua gestão.

Deputado federal Alan Rick tem sido um dos principais pilares de apoio da unidade em Brasília /Foto: Assessoria
“O deputado Alan Rick tem sido um grande amigo da Funasa. Tem nos acompanhado em reuniões em Brasília, buscando recursos para que nossos projetos não sejam paralisados. Esse apoio é fundamental para o sucesso da gestão”, defende.
E não foram poucos os desafios da gestão, uma vez que a maior parte desses convênios não possuíam projetos técnicos, o que era impeditivo para liberações financeiras e execução das obras. A Funasa no Acre não tinha em seus quadros, sequer, um engenheiro para acompanhar essas obras e, além disso, corria o risco de cancelamento, por parte do TCU, de obras oriundas do PAC 2 de 2012, com volume de investimentos de quase R$ 30 milhões.

Equipe da Funasa segue mostrando como se trabalha /Foto: Assessoria
“Também não tínhamos execução das emendas parlamentares desde 2013 pelo mesmo problema, e por isso, muitas prefeituras não recebiam mais as liberações necessárias para iniciarem as obras”, diz o superintende. Hoje a realidade é outra. Todos os projetos técnicos referentes a recursos de 2012, 2013, 2014 e 2015 estão aprovados e devidamente notificados. Isso garante mais de R$ 75 milhões em novas obras nos 22 municípios, além da retomada de obras importantíssimas que somadas chegam a mais R$ 15 milhões. Com a ajuda da AMAC, conseguiremos ainda esse semestre concluir a análise dos recursos 2016 e 2017, com mais R$ 10 milhões em obras de saneamento em todo estado”, diz Raphael Bastos, ao comemorar os bons resultados da gestão.
