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Polícia Civil realiza manifesto contra a PEC 237 em frente ao Palácio Rio Branco

Por ASTORIGE CARNEIRO, DA CONTILNET

Reunidos na praça Povos da Floresta na manhã desta terça-feira (18), membros da Polícia Civil do Acre uniram-se para protestar contra as mudanças estipuladas pela Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 237, que trata da Reforma da Previdência.

A paralisação, convocada a nível nacional pela União dos Policiais do Brasil (UPB) reuniu todas as forças policiais do Brasil e acontece pela falta de acerto nas negociações entre a categoria e o Governo Federal.

Categoria se reuniu em frente ao Palácio Rio Branco para protestar /Foto: ContilNet

Cleylton Videira dos Santos, presidente da Associação dos Delegados de Polícia Civil do Acre (Adepol/Acre), explica que, por se tratar de uma carreira de risco, precisa de propostas que realmente beneficie os servidores, já que a expectativa de vida dos policiais civis (avaliada entre 55 e 59 anos) não atinge a idade para aposentadoria proposta pela PEC, que é estimada entre 60 e 65 anos.

“A criminalidade, infelizmente, se renova e se fortalece cada vez mais. Pessoas cada vez mais jovens estão integrando facções e atuando em ações ilícitas, e isso compromete tanto o cumprimento do serviço quanto a segurança dos funcionários caso a aposentadoria estenda-se a idade superior a 55 anos”, explicou Cleylton.

Camisa utilizada pelos manifestantes /Foto: ContiLNet

Para o agente policial Ailton França, é importante que todas as forças policiais estejam unidas, pois trata-se de uma defesa de um direito que já está constituído: “Nesse momento, a ausência de um participante pode ser a diferença entre a derrota e o sucesso. Nosso direito previdenciário já está constituído, e esta mudança trará apenas prejuízos”.

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