Presidente do Sinteac vai ao MPAC pedir solução para falta de segurança nas escolas

A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac) se reuniu com a procuradora do Ministério Público do Acre (MPAC), Patrícia de Amorim Rego, para tratar do problema da falta de segurança nas escolas da rede pública. A representante do MPAC prometeu dialogar com os gestores da Secretaria Estadual de Educação (SEE) e com os representantes do sistema de Segurança Pública para juntos encontrarem uma solução que ponha fim ao problema.

Afinal, matérias publicadas na imprensa e nas redes sociais mostraram um arrastão em uma escola do bairro Taquari, no Segundo Distrito. Com arma em punho, os criminosos ameaçaram servidores da escola, os alunos e assaltaram uma professora. Em outra ocasião, os criminosos invadiram o colégio José Raimundo Hermínio de Melo, no município de Sena Madureira, para tentar matar um estudante dentro da sala de aula. A ação audaciosa revelou a fragilidade da segurança da comunidade escolar.

“Só queremos que seja feito o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC)”, disse Rosana Nascimento

A sindicalista Rosana Nascimento aproveitou a ocasião para pedir a realização de uma audiência pública com as autoridades da área de segurança e gestores da Secretaria Estadual de Educação (SEE). Ela destacou que o sindicato já fez várias cobranças aos gestores da SEE, mas nenhuma solução, até o presente momento, foi apresentada. A alegação de sempre é que o trabalho da ronda escolar é suficiente para coibir a violência nas escolas.

Rosana lembrou que na sua gestão anterior, o Sinteac realizou uma audiência pública, no auditório da Secretaria Estadual de Educação, para alertar sobre o problema, mas que o pleito só ficou na promessa, porque nada de concreto foi feito para resolver o problema. “Só queremos que seja feito o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), para que o poder público assuma o compromisso de garantir a segurança dos professores, funcionários de escola e dos alunos”, disse ela.

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