Em protesto realizado na manhã desta terça-feira (27), os servidores do Serviço Social de Saúde do Acre (Pró-Saúde) fecharam a ponte metálica para protestar contra horários abusivos e pagamentos que não correspondem às cargas de trabalho.
A movimentação, que contou com o apoio do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Acre (Sintesac), segue ainda nesta manhã para a Casa Civil e para a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), para dialogar com representantes sobre as melhorias exigidas.

A movimentação contou com o apoio do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Acre (Sintesac) /Foto: ContilNet
José Adailton Cruz, atual diretor do Sindicato, explica que são mais de mil e oitocentos profissionais que estão há sete anos sem reajuste salarial e revisão de jornada: “Eles vivem hoje com o mesmo salário de anos atrás, e queremos que o governo do Estado tenha sensibilidade e lembre que eles, além de possuírem uma jornada de trabalho maior, não possuem estrutura para a realização do serviço”.
José Augusto Aiache, condutor de ambulância pelo Pró-Saúde há seis anos, afirma que o motivo maior dessa manifestação é o trabalho de 35% a mais que estes profissionais realizam. “Nem reposição salarial nos foi concedida. Quando eu entrei, ganhava dois salários mínimos, e agora ganho apenas um”, afirmou.

Acesso à ponte metálica ficou completamente bloqueado /Foto: ContilNEt
