A intenção do protesto é mobilizar a população para não aceitar a aprovação das novas reformas (trabalhista e da previdência social) propostas pelo governo Temer.
Esse foi o principal objetivo da paralisação geral realizada na manhã desta sexta-feira (30). Liderada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), o ato reuniu populares e lideranças sindicais em frente ao Palácio Rio Branco.
Os participantes aproveitaram o momento para destacar os prejuízos que a reforma da Previdência Social pode causar (Proposta de Emenda Constitucional 287, apelidada de “PEC da morte”) e a nova reforma trabalhista (Projeto de Lei 6787).
“É a luta para garantir os direitos trabalhistas. Mais que isso: é para impedir que esse presidente interfira nas nossas aposentadorias. O povo brasileiro, principalmente a juventude, precisa acordar”, afirmou Rosana Nascimento, presidente do Sinteac.
Tibério César da Costa, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Acre (Sinpol/AC), afirma que a força sindical segue as diretrizes de âmbito nacional: “A Polícia Civil entende que essas novas reformas trarão muitos prejuízos para a população. Estamos na luta para impedir que elas nos prejudiquem”.




