“Terceirização: escraviza, mutila e mata!” Essa foi a frase que muitos funcionários da Saúde e cidadãos nas unidades de saúde da Capital leram na manhã desta quarta-feira (29). Liderados por representantes do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde no Acre (Sintesac), os manifestantes protestaram contra a iminente privatização da saúde pública no Acre.
O sindicato afirma que a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) tem uma lista de unidades para terceirização, e que a primeira delas seria o Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb), alegando falta de recursos financeiros para manter a unidade. A terceirização, segundo o Sintesac, seria confirmada até 25 de dezembro. O Governo do Acre diz que não tem conhecimento da situação e nega o caso.

Sindicato protesta na Capital contra terceirização das unidades de saúde. Foto: ContilNet
Na última terça-feira (28), o Sintesac e o Conselho Estadual de Saúde foram à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) pedir apoio dos deputados. O objetivo é que os parlamentares assinem um termo que os compromete a não aprovar nenhuma lei que possa resultar na terceirização.
Francinete Barros, secretária geral do (Sintesac), disse à equipe da ContilNet que o movimento continua pelos hospitais, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e postos de saúde
“Iremos até onde pudermos ir para fazer com que percebam que a terceirização não é a solução para a saúde ‘quebrada’ do nosso Estado. Precisamos de melhorias? Precisamos. Mas não através da terceirização. O Governo do Estado já tem uma equipe avaliando empresas que vêm de fora, sendo que os conselhos nem sabiam dessa movimentação”, afirmou Barros.
https://youtu.be/PmuJbq2ZZJY
