Bolsonaro muda de partido e projeta ‘bancada da metralhadora’


Em ato simbólico de filiação ao PSL, pré-candidato disse que violência se combate com mais violência

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Em ato simbólico de filiação ao nanico PSL, o deputado e pré-candidato ao Planalto Jair Bolsonaro (RJ) disse nesta quarta-feira (7), que vai se empenhar em eleger o maior número de parlamentares para endurecer leis penais, facilitar o acesso a armas e garantir maioria no Legislativo nas eleições de 2018.

Interrompido por gritos de “mito”, “messias” e “presidente”, ele disse a uma plateia de militantes que lotou um auditório da Câmara que tentará levar um maior número de policiais e integrantes das Forças Armadas para o Congresso. “A bancada da bala, chamada assim de forma jocosa, vai se transformar na bancada da metralhadora.”

Jair Bolsonaro/Foto: reprodução

Bolsonaro ainda afirmou que, caso eleito, deverá nomear para seu ministério o general Augusto Heleno Ribeiro (Defesa), o ex-astronauta Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) e o economista Paulo Guedes (Fazenda). Ele também disse que pretende fundir as pastas da Agricultura e do Meio Ambiente.

Ao falar de sua equipe ideal de governo, Bolsonaro aproveitou para criticar a atual gestão. “O ministro de Ciência e Tecnologia hoje não sabe diferenciar gravidez de gravidade”, afirmou numa crítica ao ministro Gilberto Kassab. “Eu não sou bom, mas os outros são muito ruins”, disse.

Cerca de 15 deputados e um senador, Magno Malta (PR-ES), chamado de “vice” pelos militantes, compareceram a um auditório da Câmara para a filiação de Bolsonaro ao partido presidido pelo deputado Luciano Bivar (PE). Em seu discurso, o pré-candidato focou os ataques nas demandas LGBT, à esquerda e ao governo Michel Temer. “As malas dos porões do Jaburu, digo isso no duplo sentido, não podem continuar imperando no Brasil.”

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