Coração Solidário se prepara para festa de Dia das Mães no Lar dos Vicentinos


Grupo já atua há cinco anos na Capital acreana realizando eventos e promovendo campanhas de doação

ASTORIGE CARNEIRO, DA CONTILNET

Fazer o bem sem olhar a quem. Este é o lema do grupo intitulado “Coração Solidário”, que atua há cinco anos em Rio Branco. Os trabalhos realizados pela equipe de 12 integrantes são voluntários e sem fins lucrativos.

INÍCIO

“O grupo se iniciou quando eu cursava o ensino médio. Na época, estava ocorrendo uma gincana no colégio para arrecadar alimentos que seriam entregues à uma instituição. Eu sempre tive o anseio de ajudar o próximo, e a gincana, combinada com outras situações, fez nascer o Coração Solidário”, explicou Isabelle Araújo, que com apenas 20 anos de idade representa o grupo.

Grupo já atua há cinco anos em Rio Branco. Foto: Reprodução

ATIVIDADES

Entre as atividades, estão distribuições de sopa e outros alimentos para famílias carentes em diversos bairros da Capital acreana. Também são celebradas datas comemorativas (Dia das Mães, Dia dos Pais, Natal) e campanhas beneficentes para as famílias que precisam de doações.

Festa do Dia das Mães será realizada neste domingo (13) no Lar dos Vicentinos. Foto: Reprodução

“Recentemente, tivemos a distribuição de cestas básicas, que foi fruto de uma parceria com uma turma de Direito, e distribuição de materiais escolares. Neste domingo (13), vamos realizar o Dia das Mães com as idosas do Lar dos Vicentinos. Esperamos que nesta data elas não esqueçam o sentido de ser amada e lembrada por um filho”, destacou Isabelle.

GRATIFICANTE

A importância da corrente do bem foi reforçada pela representante do Coração Solidário. Em entrevista à equipe da ContilNet, Isabelle disse que é gratificante sentir o retorno de cada ação feita.

Afeto e boa vontade são componentes essenciais do grupo. Foto: Reprodução

“Sabemos que a sociedade atual está com um individualismo muito forte, mas também sabemos da carência que grande parte da população enfrenta. Esta carência não é apenas financeira, é também de afeto: faltam pessoas para dar carinho, para conversar. Devemos sempre fazer o bem sem olhar a quem”, disse.

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